quinta-feira, 12 de abril de 2012

FIM.


do ruído daqueles rostos indiciários à extrema tensão de uma linguagem, sempre a fuga para o irrepresentável nesse espaço brochuras daqui.
das contingências da escritura advindas da falência à dinastia da representação e da experiência do exterior, uma irrupção de outras primaveras absurdas em outros foras. 
o projeto de um blog será sempre inacabado. 
a despedida é egoísta e sem choro. talvez três choramingos e meia dúzia de canções aforismos.

logo, deixo ali em cima o endereço do novo projeto. 



4 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. um certo excerto sobre a linguagem, do ditos e escritos iii: "Mas ela é apenas rumor informe e jorro, sua força está na dissimulação: porque ela faz apenas uma única e mesma coisa com a erosão do tempo: ela é esquecimento sem profundidade e vazio transparente da espera”.(FOUCAULT, 2006 p. 241.)

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  3. queridíssima organicidade infusa em pansamentos e emoções:
    a Vida clama, talvez, pelo instituinte, não pela instituição! mais e encantadores passos - como quer que venham!

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  4. amigo do relógio sem ponteiros, que venha a pulsão de outras primaveras!

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