terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

tomboy:


um filme que pelas apostas no delicado, trata dos desarranjos entre as expectativas normativas e os percursos de um corpo-embate em negociações lúdicas com uma façanha queer livre das maquinações de um cinema com apelo pedagógico. a polarização que institui o mundo das crianças e o dos adultos em seus constantes códigos binários é fracionada pelx personagem laure/michael (zoé héran) que além de manifestar seu descrédito aos roteiros de gênero, encara o afeto em um espaço discricionário, livre dos arremedos que impõem a lógica do retilíneo.
agora, à procura de outro filme de céline sciamma: lírios d’água (naissance des pieuvres, 2007).

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