sábado, 22 de janeiro de 2011

Segunda carta para o deserto!

Nesses tempos de tosse, dor, multidões anônimas tento encontrá-lo. Em vão. Faltam cartas, gritos, Rimbaud, Blake e outros nomes e outras rotas de alegria, exageros, abstinências delxs, beleza nossa. Nos becos da saudade o aperto da falta anoitece e amanhece reivindicando o encontro à mesa da cozinha, à beira do asfalto sujo da cidade marginal. Sei das horas que não são suspensas pelo retorno do doce amigo, sei da minha orfãndade.

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