sábado, 4 de setembro de 2010

Microconto: 7 de setembro, punks e algodão doce.

Os cães da adoção tomavam fôlego, latiam alto. Meu nome desaparecia do cartaz dos mortos em combate, os filmes da estante ensaiavam uma festividade noir para o sete de setembro que insistia em ser querido. Nas rotas dos barulhos insurgentes, punks comiam algodões doces tingidos de azul anil

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